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28 de setembro de 2020
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06/08/2020 às 09h11

Conselho do FCO aprova mais R$ 185 milhões em financiamentos


iviagora

Com destaque para o setor de suinocultura com projetos no valor de R$ 71 milhões, o Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis (CEIF) aprovou 72 propostas que pleiteiam a contratação de mais R$ 185 milhões em financiamentos pelo FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste). A decisão foi tomada na 8ª reunião ordinária realizada na última terça-feira, dia 04 de agosto. 

O CEIF é responsável pela aprovação de operações financeiras com recursos do FCO, linha de crédito com juros especiais voltado aos setores empresariais urbano e rural. O Conselho é integrado por representantes da indústria, comércio, agricultura, pecuária e presidido pelo secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck. Os empréstimos são operacionalizados pelo Banco do Brasil, BRDE e Sicredi.

Neste ano, já foram contratados mais de R$ 850 milhões no FCO Rural e Empresarial, e estão em tramitação processos que totalizam pelo menos R$ 900 milhões. “A demanda continua elevada tanto no Rural, que praticamente já atinge 100% do volume disponibilizado com os projetos aprovados na reunião de hoje, e também na linha Empresarial”, disse Verruck.

Destacam-se, no setor rural, a aprovação de projetos no segmento de suinocultura, dentre unidade de produção de leitões desmamados, crechários de suínos e ampliação de produção de ração. O valor demandado chega a R$ 71.806.344,18. Na linha empresarial, o principal segmento contemplado foi o atacadista com financiamento aprovado de R$ R$ 40.104.795,77.

O secretário Jaime Verruck informou aos membros do Conselho que o pedido feito pelo colegiado para suspender a cobrança das parcelas de agosto e setembro – em virtude da situação econômica frágil por que passa o país durante a pandemia Covid-19 – foi atendido. “Basta que o cliente manifeste esse interesse, isso pode ser feito até por intermédio de aplicativo. Esses valores não serão cobrados nos meses de agosto e setembro e serão diluídos no saldo”, acrescentou.

“Essa suspensão ajuda bastante as empresas tanto no fluxo de caixa como no alongamento das parcelas e a ideia de se fazer por dois meses é justamente na expectativa de retomada de curto prazo da atividade econômica, mas o momento exige essa atenção”, ponderou.